quinta-feira, 31 de maio de 2012



Esta frase diz tudo. Nada tenho a acrescentar.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Os pés e o calor



Todos os anos é a mesma coisa.
Assim que o tempo começa a aquecer, mas ainda não está tempo para usar sandálias, deixo de usar meias (collants, meia-calça, etc.)  porque de uma maneira geral aquecem muito os pés, embora continue a usar sapatos fechados.
Os meus pés não gostam.
Eu tento, esforço-me com todos os cuidados, utilizo sapatos macios, daqueles que têm obrigação de não maltratar os pés, mas não há nada a fazer: é sair de casa e andar uns metros e os pezinhos já me começam a doer. Se insistir, faz bolha. Não uma bolhinha, daquelas que se aguentam (dizem), mas um bolhão, daqueles que têm que ir à farmácia ou a um centro especializado para fazer curativo.
Este ano, por acaso, encontrei umas meias de verão de uma marca muito conhecida, que até se vende nas grandes superfícies. São uma maravilha. Fininhas, não aquecem e quase não se notam.
Finalmente os meus queridos pés não vão sofrer com o aparecimento do calor.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Proibição de fumar nos automóveis



Passei a infância e a adolescência numa época em que quase tudo era proibido e isso afectou de tal maneira o meu desenvolvimento pessoal e emocional que, ainda hoje - já nos meus 50 - quando oiço a palavra proibir, quase tenho uma erupção cutânea.

Não sou fumadora nem tenho tendências fundamentalistas, acho que cada um deve fazer o que mais lhe agradar, sempre respeitando as demais pessoas, sem interferir na liberdade e livre arbítrio de cada um; o meu lema de vida quase podia ser: "Vive e deixa viver!".

Por isso, quando li a notícia que o governo português se preparava para aprovar uma lei que proíbe fumar dentro dos carros (que transportem crianças), ameacei ter uma crise de nervos. "Lá estão eles, a proibir...",  "Não fazem mais nada senão proibir...", "Sempre a interferir com a liberdade de escolha dos cidadãos", "As pessoas devem poder fazer as suas escolhas livremente", "Estamos a voltar ao antigamente!", foram algumas expressões que me passaram pela cabeça.

Após a primeira reacção, completamente visceral, pus-me a pensar: toda a gente sabe que o tabaco faz mal, mas mesmo assim fumam - é uma escolha que fazem (errada, mas é a sua escolha); entre essas pessoas que fumam, muitas têm filhos, e se algumas poderão eventualmente evitar fumar perto das crianças, muitos serão os que não têm esse cuidado. Alguém tem que proteger as crianças evitando que fumem o fumo dos adultos,  pois elas não têm poder de escolha.

É uma questão de saúde das crianças e não de liberdade ou falta dela. Se para proteger as crianças for necessário restringir a liberdade de escolha dos adultos, pois que se faça.

Assim sendo, apoio esta proibição, embora me custe admitir e lamente que seja necessário uma proibição governamental para as pessoas fazerem o que deveria ser óbvio: não fumar perto das crianças para proteger a sua saúde.

sábado, 26 de maio de 2012

A vida




A vida é tão curta e o trabalho de viver é tão difícil, que quando começamos a aprender,  já é tempo de morrer

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Desemprego - fases


A actual conjuntura económica, em Portugal, não tem sido favorável ao fomento e à manutenção do emprego. Todos os dias ouvimos e lemos notícias de empresas que vão à falência e de pessoas que ficam sem os seus empregos. Conheço várias pessoas que estão desempregadas, e sei quais as suas dificuldades.

Sem qualquer pretensão científica e apenas baseando-me no universo das pessoas conhecidas, organizei uma lista do que me parece que acontece nos tempos subsequentes ao despedimento, no que concerne as pessoas da dita "meia-idade".

Quando uma pessoa "de certa idade" se vê confrontada com o desemprego, passa por diversas fases.

Incredulidade:
- "Não posso acreditar!" - É difícil aceitar a ideia de que não é imprescindível na empresa, ou mesmo apenas necessário. Afinal o profissionalismo, a fidelidade e lealdade para com a empresa não tem qualquer valor? Então, de repente, o nosso trabalho deixou de ter valor para a empresa? Porquê? Que fiz de mal?

Pânico:
- "E agora, que vou fazer à vida?" - Subitamente, todas as contas para pagar aparecem na nossa mente. As prestações da casa e do carro, a escola dos filhos, a alimentação... Tantas coisas que temos para pagar, porque tínhamos como garantido o ordenado no final mês... E agora? Como vamos fazer?

Aceitação:
- "O.K. Vou procurar novo emprego." - Afinal tem habilitações e experiência. Não deve ser difícil.

Indignação:
- "Não encontro nada!" - Ao fim de algum tempo a enviar currículos para todos os sítios de que se consegue lembrar, de responder a anúncios, de fazer candidaturas espontâneas e de não receber nenhuma resposta, começa a ficar furioso pois as suas qualificações não são apreciadas.

Constatação de um facto:
- "Sou velho para trabalhar e novo para a reforma!" - Após muitas negativas de entrevistas e da análise de anúncios de emprego, verifica que ninguém quer empregados de meia-idade.

Desespero:
- "Ninguém me quer como empregado. Que vou fazer?" - Quando chega a esta situação a pessoa de "meia-idade" já tentou de tudo. Enquanto que no princípio ainda tentava encontrar emprego na sua área, agora já não escolhe e mesmo assim não consegue trabalho.

Aqui

Iniciativa:
- "Vou abrir o meu próprio negócio" - Começa a procurar meios de criar o seu próprio trabalho, recorrendo às suas economias, a empréstimo de familiares e/ou amigos ou crédito bancário.

Desilusão:
- "Não consigo." - Não é possível desenvolver o projecto, seja por falta de capital ou por verificar que não é economicamente viável. É muito difícil conseguir empréstimo bancário quando se tem "uma certa idade". Por vezes, tenta investir num negócio próprio, mesmo sabendo que não irá tirar dividendos inicialmente, mas com a esperança de poder vir a ter sucesso. Os juros são altos, os impostos também, a entrada de dinheiro é fraca, a consequência é fechar o negócio.

Resignação:
 - "Não sei que mais fazer." - Nesta altura muitos casamentos acabam; por vezes voltam para casa dos pais, quando tal é possível, juntando o desespero de estar desempregado à humilhação do retorno ao lar paterno, nessa situação.

Indiferença:
 - "Não quero saber disso para nada!" - Deixa de procurar emprego activamente. Começa a isolar-se, tanto devido (à vergonha) da falta de emprego, como devido (ao vexame) da falta de dinheiro.

Depressão: 
- "Não valho nada!" - Isolamento; falta de higiene e de cuidado na apresentação; sentimento de falta de valor pessoal; possível aparecimento de vícios (alcoolismo, drogas, anti-depressivos, etc.)

                                                                             aqui

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Mudança


Hoje resolvi fazer mais uma alteração no aspecto do blog, alterando a configuração do título (daqui).

Parece-me que fica mais leve e bonitinho.

Que acham? Não fica demasiado despersonalizado? Demasiado branquela e sem graça?

Parabéns Portugal


Hoje Portugal faz anos! Parabéns! 
Portugal faz hoje 833 anos. 
"Manifestis probatum" foi uma bula emitida pelo Papa Alexandre III, em 23 de Maio de 1179, que declarou o Condado Portucalense independente do Reino de Leão, e D. Afonso Henriques, o seu soberano", embora a data oficial considerada como sendo a da Independência de Portugal seja a de 5 de Outubro de 1143, quando foi assinado o Tratado de Zamora entre D. Afonso Henriques e seu primo Afonso VII de Leão e Castela.





Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.
Em Zamora, revogou-se o anterior Tratado de Tui datado de 1137.
Vitorioso na batalha de Ourique, em 1139, D. Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo Reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurara conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 deOutubro de 1143 na presença do cardeal Guido de Vico.
Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a ser Reino, tendo D. Afonso Henriques como seu "rex" (rei). Embora reconhecesse a independência, D. Afonso Henriques continuava a ser vassalo, pois D. Afonso VII para além de ser rei de Leão e Castela se considerava imperador de toda a Hispânia. Contudo nunca D. Afonso Henriques prestou vassalagem a ele, sendo caso único de entre todos os reis existentes na península Ibérica.
soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III só em 1179, mas o título de "rex", que D. Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.
A partir de 1143 D. Afonso Henriques vai enviar ao Papa remissórias declarando-se seu vassalo lígio e comprometendo-se a enviar anualmente uma determinada quantia de ouro.
As negociações vão durar vários anos, de 1143 a 1179.
Em 1179 o Papa Alexandre III envia a D. Afonso Henriques a "Bula Manifestis probatum"; neste documento o Papa aceita que D. Afonso Henriques lhe preste vassalagem directa, reconhece-se definitivamente a independência do Reino de Portugal sem vassalagem em relação a D. Afonso VII de Leão e Castela (pois nenhum vassalo podia ter dois senhores directos) e D. Afonso Henriques como primeiro rei de Portugal, ou seja, Afonso I de Portugal.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Em guerra


Estou oficialmente em guerra aberta com a balança.



Hoje de manhã pesei-me. Horror.
Então não é que não emagreci nem um mísero quilinho???
Não sei explicar o sentimento de impotência e de revolta, que se apossou de mim.
Não há direito, que após meses de uma dieta terrível, passada pela médica nutricionista, eu continue com o mesmo peso.
Eu, que até faço tudo direitinho e nem sequer sou uma grande comilona, continuo a acumular um excesso de peso que, até ver, não consigo me livrar.
Só pode ser da senhora meno... (nem quero escrever a palavra toda), pois quem toda a vida foi magra, não consegue encontrar outra explicação.
Que fazer, quando tudo falha?
Não me venham com a história de fechar a boca, pois se fecho mais, acabo por cair para o lado de inanição, já que habitualmente como tão pouco, que as outras pessoas até estranham.

imagens google.pt

Acho que vou mandar para as urtigas a dieta, e vou atacar as maçãs e a garrafa de água.

sábado, 19 de maio de 2012

Fim-de-semana (cont.)


 Ainda na continuação do fim-de-semana, vou colocar algumas fotos da visita a Braga.




Bom Jesus de Braga

imagens Google.pt





 Escadarias, vistas de baixo

imagens Google.pt

Escadas vistas de cima





Foto no jardim do santuário


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Fim-de-semana (cont.)

Continuando com a visita a Guimarães, depois de ver o castelo, fomos ao Paço Ducal, onde decorria uma exposição de Arte Contemporânea, ao abrigo do programa da Capital Europeia da Cultura.
Foi estranho visitar um espaço tão antigo, do séc. V, e encontrar espalhadas algumas peças extremamente modernas.



"O Paço Ducal é uma majestosa casa senhorial do século XV, mandada edificar por D. Afonso - futuro Duque de Bragança, filho bastardo do Rei D. João I - a qual lhe serviu de residência e à sua segunda mulher, D.Constança de Noronha. Palácio de vastas dimensões, com características arquitectónicas de casa fortificada, coberturas de fortes vertentes e inúmeras chaminés cilíndricas que denotam a influência da arquitectura senhorial da Europa Setentrional, trata-se de um exemplar único na Península Ibérica.
O século XVI marca o início de abandono progressivo e consequente ruína que se agravaram até ao século XX. A reedificação do palácio começou em 1937 e prolongou-se até 1959, altura em que é aberto ao público e transformado em Museu cujo espólio é datado dos séculos XVII e XVIII."
http://www.guimaraesturismo.com

http://www.guimaraesturismo.com
No interior do Paço não é permitido fotografar com flash, de modo que as fotografias ficaram muito escuras.







Vista para o pátio, no interior do Paço.



Interior da capela, onde estava em exposição um enorme boneco-menino que se vê mal na fotografia, devido à iluminação e falta de flash.


http://www.guimaraesturismo.com 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Fim de Semana

No passado fim-de-semana fomos a Guimarães e a Braga. Sem qualquer motivo, apenas para descansar um pouco. Saímos de casa no sábado de manhã e regressámos na segunda-feira à tarde.
Há já muitos anos, que não voltava a Guimarães. A última vez que lá fui, teria talvez uns oito ou nove anos.
A diferença que observei foi abismal, apesar de apenas ter revisitado a parte histórica da cidade.
Na chegada ao castelo, a primeira coisa que obviamente reparei, foi que estavam a ajardinar o exterior. Daqui a um ano ou dois, a entrada irá ficar muito mais bonita.
Gostei especialmente desta enorme pedra.

Já dentro das muralhas do castelo, e apesar de existir uma tentativa de ajardinar o seu interior, lamentei profundamente o estado de abandono a que chegaram os nossos monumentos. Seria de esperar que este, que marca o início na nossa nação, estivesse pelo menos parcialmente recuperado, e modo a podermos imaginar/visualizar como seria aquando da sua construção.
Das ameias do castelo, tem-se uma vista fabulosa sobre toda a cidade.

domingo, 6 de maio de 2012

Dia da Mãe


Conversa de um bebê que está para nascer, com Deus



Um bebê perguntou a Deus: "Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã, mas como eu vou sobreviver lá, sendo assim tão pequeno e indefeso?"
Deus disse: "Seu anjo estará esperando por ti e irá cuidar de ti."
A criança respondeu: " mas eu vou sentir-me só e triste; aqui no céu tenho sempre companhia e não tenho que fazer nada mais que cantar e sorrir para ser feliz."
Deus: "O anjo estará sempre perto de ti, cantará e sorrirá para ti. E sentirás o seu amor e serás feliz."
Novamente a criança perguntou: "E como é que eu vou ser capaz de entender o que as pessoas falam comigo, se eu não sei a língua que eles falam?"
Deus: "O teu anjo dirá as palavras mais belas e doces que alguma vez ouviste, e com muita paciência e carinho, o teu anjo te ensinará a falar."
"E o que vou fazer quando eu quiser falar com você?"
Deus disse: "Teu anjo juntará suas mãos e te ensinará a rezar."
"Quem me protegerá?"
Deus disse: "O teu anjo te defenderá mesmo que isso signifique arriscar sua própria vida."
"Mas eu ficarei sempre triste porque eu não te verei mais."
Deus disse: "O teu anjo sempre te falará sobre Mim, te ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você."
Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas e a criança apressada pediu: "Deus, se eu tenho que ir agora, por favor me diga o nome do meu anjo."

Deus disse: Você chamará seu anjo de "mãe"

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Não é fácil ser mulher com mais de 50 anos







Sempre ouvi dizer que não é fácil ser mulher.
Pessoalmente não tenho razão de queixa. Nasci mulher. Gosto de ser mulher e não queria ser outra coisa.  Como antropóloga sei que existem sociedades em que ser mulher é o pior que pode acontecer. É uma maldição. Uma desgraça. Uma infelicidade. Mas não estamos a falar desses casos.

Tive a felicidade de nascer numa família que gostava de meninas. Fui a primeira filha, primeira neta, primeira sobrinha. A mais velha. Cresci com a ideia de que tinha de ser o exemplo para os outros que nasceram depois de mim. Depois de mim, nasceram os meninos, mas já não me tiraram o "real" direito de ter nascido em primeiro lugar.

Como menina, sempre me senti amada, protegida, cuidada. Era vaidosa, barulhenta, "maria-rapaz" pois só tinha meninos para brincar. Lembro-me de andar a correr pela casa toda, perseguida pelos meus primos e depois pelo meu irmão e irmã, e ouvir a avó a dizer para ir-mos correr para o quintal, para não partir nada em casa, e depois, no quintal,  subia-mos às árvores e ouvíamos dizer para ir-mos para casa e estar-mos quietos. Enfim, isto para dizer que tive uma infância normal, sem traumas por ter nascido mulher.

Cresci, estudei, tornei-me adolescente, namorei, casei, comecei a trabalhar, fui mãe duas vezes e pouco tempo depois avó, e avó outra vez. Tudo normal. Tudo numa boa, sem problemas.

E de repente, olho para mim e tenho 56 anos.

E estou naquele meio-tempo, em que não sou uma coisa nem outra.
Vamos a ver se nos entendemos: eu gosto da idade que tenho. Até porque a alternativa não me agrada muito. Melhor ter 56 ou mais, que estar mortinha da silva. Mas o que me preocupa, é que os meus 56 anos exteriores, não batem certo com os meus 25-30 interiores.

No meu imaginário, uma avozinha de 56 anos, deveria ter o cabelinho branco preso num carrapito, um lindo avental branco cheio de rendinhas a proteger o seu corpinho rechonchudo, enquanto numa bela e grande cozinha faz pilhas de bolos e bolachas para os netinhos comerem quando vêm da escola.

Na prática, as minhas netas têm uma avó de cabelo castanho, que nem sequer é pintado, que anda quase sempre de jeans, tee-shirt e ténis ou bailarinas, e quando comem bolachas, estas são de pacote.

Mas isto não é o pior.
O pior são as revistas.
Adoro comprar e ler revistas.
Mas ultimamente deparo-me com um problema: as revistas são feitas para mulheres de 20 anos com 30 quilos de peso e transtornos de personalidade.

Pondo de lado a personalidade, que fica para outra ocasião, tratemos da idade e do peso.
20 anos e 30 quilos. O que elas vestem só elas podem vestir. Eu gosto de comprar revistas para poder tirar ideias de roupas para comprar. Mas não me parece que vá sair por aí com uma micro-saia de 30 centímetros e uns sapatos plataforma de 15 centímetros. Ou com vestidos que ficam pelo meio da coxa. Não sei... não me parece prático.

Também andei a ver catálogos on-line de roupa low-cost (sim, porque nem todos os que têm mais que 50 anos têm rios de dinheiro, para comprar roupa, sapatos e malas de marca) e as coisinhas são todas super, hiper, mega, "piquinininhas". Não encontrei nada que fique, sei lá, pelo joelho. E eu até sou baixinha! Se fossem grandes, podia cortar e fazer uma bainha, mas assim, que hei-de fazer???

O que é que uma avó de 56 anos pode vestir sem parecer ridícula? Não quero parecer que tento ser uma adolescente (graças a deus, não sou - nem sei como sobrevivemos à adolescência), mas também não me vejo a andar com saias pelo meio da perna e coisas no género... a vida é mesmo complicada nesta idade... 

terça-feira, 1 de maio de 2012

Meu aniversário


Hoje é meu aniversário. Completam-se 56 anos desde que nasci.
Já fiz tanta coisa e ainda existem tantas que desejo fazer.

Lista de coisas para fazer nos próximos anos:

1-visitar Stonehenge
2-visitar a Ilha da Páscoa

3-fazer um cruzeiro no Mediterrâneo
4-visitar as Ilhas Gregas

5-nadar com os golfinhos
6-aprender a andar de patins em linha
7-fazer umas férias grandes com os dois filhos e respectivas famílias
8-fazer uma viagem de balão
9-fazer um cruzeiro no Mediterrâneo
10-visitar as Ilhas Gregas
11-aprender a pintar
12-aprender a fazer mergulho submarino
13-fazer um safari (fotográfico) em África, de preferência com os filhos e respectivas famílias
14-andar num elefante
15-visitar a Tailândia
16-aprender a dançar valsa/tango/salsa...
17-ter aulas de yoga
18-visitar Veneza e outras cidades/regiões de Itália
19-abraçar um tigre (pode ser pequenino)
20-visitar a Cidade Proibida na China
21-viajar no comboio Orient Express (não sei se ainda existe)
22-visitar o Taj Mahal, na India
23-andar sobre os glaciares
24-nadar numa cascata
25-subir o Evarest
26-visitar o Perú

Estas são apenas algumas coisas que desejo fazer. Espero ter tempo para fazer muitas mais.